Origem dos signos do zodíaco: a história antiga por trás do seu signo

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Origem dos signos do zodíaco: a história antiga por trás do seu signo

Origem dos signos do zodíaco: a história antiga por trás do seu signo

Hoje, o signo do zodíaco costuma funcionar quase como uma marca pessoal, mas a história da origem dos signos começa muito antes dos horóscopos de revista e dos mapas astrais online: nasce da observação do céu, da leitura de presságios e de sistemas simbólicos antigos.[1] A astrologia “has shaped civilizations for centuries”, e o recorte do tema vai dos “Babylonian priests to Roman emperors” até jovens de hoje que buscam alguma clareza sobre si mesmos.[1] Muita gente ainda consulta horóscopos “to unravel the enigmas of their personalities and foresee what lies ahead”, embora céticos critiquem a astrologia por “lack of empirical evidence and scientific rigor.”[1]

O básico sobre os signos do zodíaco

Na astrologia ocidental, os signos astrológicos são descritos como “twelve 30-degree sectors” atravessados pelo aparente “360-degree orbital path” do Sol visto a partir da Terra.[5] A contagem dos signos partiria do “first day of spring”, também chamado de “First Point of Aries”, ponto associado ao equinócio vernal.[5] A sequência ocidental mais conhecida inclui Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião e os demais signos que completam o zodíaco.[5] Uma fonte histórica de astronomia também lista “twelve signs”, começando por Aries the ram, Taurus the bull, Gemini the twins, Cancer the crab, Leo the lion, Virgo the Virgin, Libra the scales e Scorpio the scorpion.[2]

Hoje, materiais de referência apresentam o zodíaco por meio de “signs, dates, symbols, months, astrology, & facts”, mostrando como esse sistema passou a ser explicado ao mesmo tempo como uma espécie de calendário simbólico e como linguagem de interpretação.[4] Resumos visuais modernos geralmente mostram uma “circular zodiac wheel” com “the twelve astrological signs”, seus símbolos, ilustrações e intervalos de datas.[4] Esses diagramas atuais também agrupam os signos por elementos, como fogo, terra, ar e água, além de incluir símbolos masculinos e femininos em uma mesma tabela.[4]

As origens antigas

A prática da astrologia é descrita como tendo surgido primeiro na antiga Mesopotâmia, no “second millennium B.C.”[1] Na Babilônia, “the stars and planets were used to interpret omens from the gods”, ou seja, observar o céu fazia parte de um sistema de mensagens divinas, não apenas de uma linguagem sobre personalidade.[1] Essa forma inicial de astrologia relacionava astros visíveis a sentidos sobre acontecimentos, poder e destino, pois estrelas e planetas eram lidos como presságios.[1]

O contexto babilônico continua essencial nas discussões históricas atuais porque uma publicação universitária enquadra diretamente o tema com a frase “When the Babylonians Invented the Horoscope.”[7] Essa abordagem liga o horóscopo a práticas antigas de conhecimento, já que o texto descreve “Shining a Light on the Knowledge Practices of Ancient Cultures and Communities.”[7] O mesmo relato traz um exemplo moderno de linguagem astrológica ao mencionar um mapa institucional com “the zodiac sign Gemini with Virgo ascendant.”[7]

Imagens e evidências

As evidências arqueológicas e visuais também fazem parte da história cultural dos signos, especialmente no caso do antigo zodíaco da cidade de Dendera, no Egito.[7] O zodíaco de Dendera é descrito como um “Ancient zodiac from the city of Dendera in Egypt”, e o texto o data do “1st century BCE.”[7] Seu original é descrito como estando “on display in the Louvre”, colocando essa imagem antiga do zodíaco dentro de um museu moderno.[7]

Outro testemunho visual de uma cultura posterior de horóscopos é o “Horoscope of Prince Iskandar from The Book of the Birth of Iskandar”, apresentado em um artigo histórico moderno sobre a origem do zodíaco.[1] O título da imagem mostra que materiais de horóscopo podiam estar ligados a narrativas de nascimento de príncipes, já que menciona tanto um horóscopo quanto “The Book of the Birth of Iskandar.”[1] A sobrevivência de imagens nomeadas de horóscopos e de monumentos zodiacais antigos mostra que as tradições dos signos existiam não só como ideias, mas também em formas materiais e visuais.[7]

As bases gregas

A cultura intelectual da Grécia antiga aparece nas discussões sobre astronomia e cosmologia antigas por meio de nomes como Hesíodo, Anaximandro e Anaxímenes.[3] Uma tabela comparativa associa Hesíodo a Caos, Eros, Terra, Tártaro, Noite, Dia e Céu, enquanto relaciona Anaximandro a uma substância primordial e à separação entre frio e quente.[3] A mesma tabela associa Anaxímenes ao Ar, ao adensamento e rarefação, e aos corpos celestes.[3] Esses nomes e categorias importam para a história dos signos porque o pensamento cosmológico grego colocava os corpos celestes dentro de modelos mais amplos de terra, ar, céu e ordem cósmica.[3]

A lista moderna dos nomes do zodíaco preserva muitas figuras míticas e simbólicas, incluindo “Aries the ram”, “Taurus the bull”, “Gemini the twins” e “Leo the lion.”[2] A mesma lista traz imagens humanas, animais e objetos simbólicos, como “Virgo the Virgin”, “Libra the scales” e “Scorpio the scorpion.”[2] Essa mistura de seres vivos e símbolos ajuda a explicar por que um signo pode funcionar, ao mesmo tempo, como referência astronômica e como emblema mítico na astrologia posterior.[2]

O significado dos signos hoje

A astrologia ocidental moderna define os signos a partir do caminho aparente do Sol e divide esse percurso em doze setores iguais.[5] Essa definição técnica é diferente da antiga ênfase na leitura de presságios, pois a descrição atual se concentra nos setores atravessados pelo Sol visto da Terra.[5] O sistema moderno também começa no First Point of Aries, ligando a ordem dos signos ao primeiro dia da primavera e ao equinócio vernal.[5]

Hoje, a astrologia popular costuma apresentar os signos por meio de ferramentas online, tabelas ilustradas e calculadoras por data de nascimento.[4] Uma imagem de referência moderna descreve um formulário online chamado “What’s My Zodiac Sign?” com campos para data, hora e cidade de nascimento.[4] Essa forma de apresentação mostra como a identidade zodiacal costuma ser introduzida a partir de informações pessoais de nascimento, e não pela interpretação pública de presságios.[4]

A astrologia contemporânea também segue fazendo parte de uma conversa cultural maior sobre sentido, conforto, ceticismo e orientação.[1] Muitos leitores encontram acolhimento nos astros e nos horóscopos, enquanto críticos apontam a falta de evidência empírica e de rigor científico da astrologia.[1] O interesse contínuo pelos signos nasce justamente dessa tensão entre uma herança simbólica antiga e uma interpretação pessoal moderna.[1]

O seu signo

Se o seu signo é Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra ou Escorpião, o nome dele faz parte de uma estrutura de doze signos registrada em textos históricos de astronomia.[2] Se o seu signo aparece em uma roda zodiacal moderna, ele integra um sistema normalmente mostrado com símbolos, ilustrações, datas e grupos elementares.[4] Se você lê o horóscopo para se entender melhor, está usando uma forma moderna de uma prática cuja história mais antiga é descrita a partir da Mesopotâmia, da Babilônia e dos presságios dos deuses.[1]

A origem antiga do seu signo, portanto, não é uma única história de invenção, mas uma trajetória cultural em camadas: interpretação mesopotâmica de presságios, tradições babilônicas de horóscopo, imagens zodiacais egípcias, categorias cosmológicas gregas e definições modernas da astrologia ocidental.[1] Veja seu perfil cósmico completo em /en/birth-chart.

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